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Curso de Minhocultura 2.13

  • Curso de Minhocultura 2.13
  • Em São Paulo, a Minhobox reúne dezenas de pessoas interessadas em aprender e exercer as técnicas desenvolvidas pela empresa.

 Na capital paulista, nos dias 6 e 7 de julho de 2013, a Minhobox realizou mais um Curso de Minhocultura, estendendo o repasse das técnicas na atividade desenvolvidas pela empresa ao longo dos últimos dezenove anos. 

Durante os dois dias, participantes de todas as regiões brasileiras, incluindo pesquisadores da Embrapa e professores universitários, receberam as explanações em minhocultura do zootecnista da Minhobox, com ênfase nas técnicas de criação de minhocas em caixas e em colchões plásticos, alternativas aos métodos convencionais conduzidos em canteiros. 

Realizado no Hotel Saint Charbel, situado na região central de São Paulo, a exemplo dos dois últimos cursos, o evento capacitou os participantes a conduzir suas minhoculturas criteriosamente, apresentou métodos diferentes de converter diversos tipos de matéria-prima em alimento de minhocas, possibilitou a adoção de espécies de minhocas incomuns com potencial de uso, mostrou formas diferentes de se aumentar a rentabilidade da atividade e outros temas pertinentes.

 

        Os diversos temas abordados durante a preleção eram enriquecidos com a vasta experiência do zootecnista da Minhobox, Afrânio Augusto Guimarães, adquirida em suas experimentações próprias no Minholab, o laboratório da empresa, e em assessorar mais de mil e setecentas implantações de minhocários em dezoito países.
        A platéia do segundo Curso de Minhocultura de 2013 realizado pela Minhobox conheceu as particularidades dos módulos de minhocários com as prioridades distintas de obter húmus e minhocas, sejam eles conduzidos pelo método de criação em caixas ou colchões plásticos.
        Durante a parte prática, o técnico agrícola, Fabiano de Paula Soares, apresentou aos participantes diversas criaturas conviventes, alguns predadores, vários tipos de matéria-prima e produtos alternativos da minhocultura, como a farinha de minhocas, de demanda e rentabilidade expressivas.
        Na manhã do domingo, os participantes conheceram diversas espécies de minhocas com potencial de uso na minhocultura, bem como seus casulos e as particularidades do húmus de cada uma delas: vermelha-da-califórnia (Eisenia andrei), vermelha-tigrada (Eisenia fetida), gigante-africana (Eudrilus eugeniae), violeta-do-himalaia (Perionyx excavatus), puladeira-havaiana (Amynthas gracilis) e aninha-verde (Dichogaster annae).
        As dezenas de pessoas inscritas no Curso de Minhocultura tinham objetivos diversificados: empreender na minhocultura, dar destino ecológico ao lixo de suas casas, produzir húmus para adubar seus próprios cultivos, tecnificar suas criações e ganhar mais conhecimento sobre minhocas para nortear seus trabalhos estudantis.